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9 de out. de 2011

Sem tirar nem pôr.

Continuas a conhecer as mil e uma formas de me dar a volta. Amanhã, provavelmente, já serão mil e duas. Não preciso que faças muito, na realidade. Mas acho piada, porque usas sempre uma diferente. A esta não ia resistir. Adoro saber que fazes o meu coração derreter tal e qual como no primeiro dia, meu amor.

1 de out. de 2011

Cinderela.

 
Há coisas que seremos sempre os únicos a entender, não é verdade? Esta é uma delas. Mais uma. 
E é exactamente por sermos assim tão idiotas que tudo dá certo. Mas não somos uns idiotas quaisqueres. Somos idiotas um de cada vez. E isso muda tudo.

26 de set. de 2011

*


Decidi voltar. Estive longe. Já não escrevo há quatro meses. Faltavam-me as palavras. E o tempo. E tudo o resto. Primeiro foram os exames (e cada vez mais acho que foi um desperdício andar a marrar durante praticamente dois meses). Depois veio o Verão (finalmente!), que este ano decidiu ser um desmancha-prazeres e estragar os planos a todo o mundo. E, por fim, começaram as aulas (perfeito…). E ainda nem acredito que já ando com a cabeça enfiada nos livros na terceira semana de aulas. Há outras coisas, coisas que por nos aquecerem o coração nos roubam o tempo todo!
Não tenho sentido a necessidade de expor a minha vida numa rede social, com a intenção de que todos lessem, desde os mais próximos aos mais distantes. Não precisava disso. Estava à espera que ela estabilizasse. E, na verdade, estabilizou mesmo. Ainda nem acredito.
A minha vida sempre foi um copo meio cheio. Ou meio vazio. Bem… foi mais vezes assim. O melhor da vida é saber que ela um dia muda e, realmente, muda mesmo. O meu dia chegou. Mais vale tarde do que nunca, hã?
São realmente poucas as pessoas por quem era capaz de pôr as minhas mãos no fogo, mas são as melhores. Além de únicas. Era capaz de lhes dar o mundo, se assim me pedissem. Há alguém a quem eu vou dar sempre, mesmo que não tenha, o que me pedir e o que não pedir. Esse alguém, que virou a minha vida de pernas para o ar há cerca de onze meses atrás, é o meu mundo. E tudo o resto virá por acréscimo.

17 de mai. de 2011

day #19- A música que te faz sorrir.


Cat Stevens – Father and son

«(...) I was once like you are now
And I know that it's not easy
To be calm when you've found
Something going on
But take your time, think a lot
I think of everything you've got
For you will still be here tomorrow
But your dreams may not. (...)»

Alguém fez-me adorar esta música <3

4 de abr. de 2011

Reconstrução.

«O que mais dói quando se alma alguem é imaginar tudo o que não conseguimos realizar juntos. O que vivemos é um tesouro que nunca se apaga da memória, mas é o que não construímos que nos entristece e mata.»

Já pensaste naquilo em que não conseguimos construír ao longo deste tempo? Pensaste, eu sei que sim. Ainda vamos a tempo de reconstruír tudo...

31 de mar. de 2011

Laranjas no ar.

«Pega no telefone e liga-lhe, não tens nada a perder. Diz-lhe que tens saudades dele, que ninguém te faz tão feliz, que os teus dias são secos, frios e áridos, como um deserto imenso, sem oásis nem miragens, sempre que não estão juntos. Pega no telefone e liga-lhe. Se ele não atender, deixa-lhe uma mensagem. Ou então escreve-lhe uma mensagem a dizer que queres estar com ele. Não te alongues nem elabores, os homens nunca percebem o que queres deixar cair nas entrelinhas. Tens de ser clara, directa, incisiva. E não podes ter medo, porque o medo é o maior inimigo do amor. Cada vez que deixares o medo entrar-te nas tuas veias, ele vai gelar-te o sangue e paralisar-te os nervos, ficas transformada numa estátua de sal e morres por dentro.
A vida é uma incógnita, hoje estás aqui, amanhã podes ficar doente, ou cair-te um piano em cima quando fores a andar na rua. Ainda há pessoas que atiram pianos pela janela, sabias? Nunca se sabe como será o dia de amanhã, por isso não percas tempo: pega no telefone e liga-lhe. Tenho a certeza que ele te vai ouvir, tenho a certeza que ele te vai ajudar, tenho a certeza que ele, à sua maneira - e é tão estranha a forma como os homens gostam de nós - ainda gosta de ti. Mesmo que já não te ame, ainda gosta de ti, como tu vais aprender a gostar dele, quando a vida te obrigar a desistir deste amor. Ele está longe, mas olha por ti por entre memórias, presentes e flores. À noite, entre sonhos alterados pelo álcool, tu apareces-lhe na cama e ele volta a sentir o cheiro da tua pele e volta a amar-te com todas as suas forças. Ainda que não acredites, tu viverás para sempre nele, tal como ele vive em ti, na memória das tuas células, num passado que pode ser o teu escudo, mesmo que não seja o teu futuro.
Pega no telefone e liga-lhe. Fala com ele de coração aberto, diz-lhe que o queres ver, chora se for preciso, pede-lhe que te diga se sim ou se não. Se for preciso, por mais que te custe, pede-lhe para te escrever a palavra NÃO. Pede-lhe uma resposta para o teu coração. Mais vale saberes que acabou tudo do que viveres com as laranjas todas no ar, qual malabarista exausto, sem saberes nem como nem quando elas vão cair. Mais vale chorar a tristeza de um amor perdido do que sonhar com um oásis que se transformou numa miragem.
Pega no telefone e liga-lhe. Liga as vezes que forem precisas até conseguires uma resposta, a paz de uma certeza, mesmo que essa certeza não seja a que desejavas ouvir. Mas não fiques quieta, à espera que a vida te traga respostas. A vida é tua, tens de ser tu a vivê-la, não podes deixar que ela passe por ti, tu é que passas por ela. E quando todas as laranjas caírem, apanha-as com cuidado, guarda-as num cesto e muda de profissão. O circo é para quem não tem casa nem país, não é vida para ninguém. Guarda as laranjas num cesto, leva-as para casa e faz um bolo de saudades para esquecer a mágoa. E nunca deixes de sonhar que, um dia, tal como eu, vais encontrar alguém mais próximo e mais generoso, que te ensine a ser feliz, mesmo com todas as pedras que encontrarem no caminho.
Larga as laranjas e muda de vida. A vida vai mudar contigo.»

E agora eu vou dizer-te algo muito lamechas. És a metade da minha laranja que eu quero ter sempre. Não vás embora. Amo-te <3

27 de mar. de 2011

dia 3. uma foto que te faz feliz

25-02-2011
Tiago Silva Ramos <3

«Quando me apaixonei por ti sabia que ias pôr o meu mundo de pernas para o ar. Só não sabia que ia gostar muito mais dele assim.»

19 de mar. de 2011

-Ficas comigo?
-Fico.
-Até quando?
-Até sempre.
-És meu?
-Da cabeça aos pés.

Às vezes dizes-me as coisas mais lindas do mundo quando eu não estou à espera, e é disso que eu mais gosto em ti <3

17 de mar. de 2011

O verbo desistir.


«Podias ter-me dito que ias sair da minha vida. A paixão é mesmo isto, nunca sabemos quando acaba ou se transforma em amor, e eu sabia que a tua paixão não iria resistir à erosão do tempo, ao frio dos dias, ao vazio da cama, ao silêncio da distância. Há um tempo para acreditar, um tempo para viver e um tempo para desistir, e nós tivemos muita sorte porque vivemos todos esses tempos no modo certo. Podias ter-me dito que querias conjugar o verbo desistir. Demorei muito tempo a aceitar que, às vezes, desistir é o mesmo que vencer, sem travar batalhas. Antigamente pensava que não, que quem desiste perde sempre, que a subtracção é a arma mais cobarde dos amantes, e o silêncio a forma mais injusta de deixar fenecer os sonhos. Mas a vida ensinou-me o contrário. Hoje sei que desistir é apenas um caminho possível, às vezes o único que os homens conhecem. Contigo aprendi que o amor é uma força misteriosa e divina. Sei que também aprendeste muito comigo, mais do que imaginas e do que agora consegues alcançar. Só o tempo te vai dar tudo o que de mim guardaste, esse tempo que é uma caixa que se abre ao contrário: de um lado estás tu, e do outro estou eu, a ver-te sem te poder tocar, a abraçar-te todas as noites antes de adormeceres e a cada manhã ao acordares. Não sei quando te voltarei a ver ou a ter notícias tuas, mas sabes uma coisa? Já não me importo, porque guardei-te no meu coração antes de partires. Numa noite perfeita entre tantas outras, liguei o meu coração ao teu com um fio invisível e troquei uma parte da tua alma com a minha, enquanto dormias.»

Costuma-se dizer que tudo tem um fim. Este foi o nosso?

6 de mar. de 2011

Guarda-me bem.

«Espera só mais um ou dois minutos, eterniza este abraço, grava-o na tua memória para que amanhã e depois, e depois te dê apoio e protecção, te faça sentir amado e desejado, como uma mãe que ama um filho, sempre e em silêncio, sem nunca perder a paciência, sem nunca cobrar, sem nunca pedir, só dar, dar, dar.
Espera ainda, esconde tudo, leva o meu cheiro para casa e esconde-o dentro de uma gaveta, não deixes que ninguém saiba que te quero e te desejo, não deixes que te falem de mim, não oiças o que os outros te dizem, eles não estão no meio de nós, ninguém está no meio de nós, só nós é que estamos aqui, a vida que vivemos é a nossa vida e não a que os outros querem que seja. Vive cada minuto intensamente e no maior segredo, faz como aquele poeta que só deixou que as suas palavras fossem lidas depois de morrer, para que ninguém o julgasse ou pudesse apontar-lhe o dedo.
Guarda-me bem, perto de ti, sempre perto, mesmo que eu não te veja ou tu não me fales, estarei ali, junto de ti, como Vénus sempre atrás da lua quando o dia cai e a noite se levanta, silenciosa, altiva, celeste e discreta. Deixa-me ficar aí, aí ninguém me vê, estou protegida pela discrição da noite, pelo silêncio dos pássaros que já dormem e não nos podem denunciar. Serei uma sombra, um suspiro, um sorriso, uma festa no teu cabelo.
E a minha presença, certa e segura junto ao teu coração, vai-te trazer de volta os sons das nossas conversas, a temperatura das nossas mãos entrelaçadas uma na outra, o sabor da minha boca na tua, o meu olhar dentro do teu como se nunca tivesse partido, como se nunca mais precisasses de voltar a essa estúpida rotina que nos rege os dias e as noites, e nunca mais te sentirás uma pessoa normal, igual às outras, porque é agora que podes ser dono da tua vida e do teu coração, é agora que tudo pode acontecer de outra forma e a vida se transformar em algo que sempre sonhaste!»


Guarda-me bem no lado esquerdo do teu peito. Foi isso que fiz contigo. E é lá que eu vou quando tu não estás cá <3

27 de fev. de 2011

Há muitos tipos de corações.


«Há muitos tipos de corações. Há corações pequenos e tímidos, há corações grandes e abertos, há corações onde é preciso meter requerimentos de papel azul e selo de garantia para abrirem as portas e outros cheios de janelas, frescos e arejados. Há corações com trancas, segredos e sistema de alarme que são como cofres de bancos. Corações sombrios e desconfiados, com fechaduras secretas e portas falsas. Corações que parecem simples, mas quando se entra lá dentro, espera-nos o mais perverso dos labirintos. E há corações que são como jardins públicos, onde pessoas de todas as idades podem entrar e descansar. Há corações que são como casas antigas, cheios de mistérios e fantasmas, com jardins secretos e sótãos poeirentos, carregados de memórias e recordações e há corações simples e fáceis de conhecer, descontraídos e leves, sempre em férias como tendas de campismo. Há corações viajantes, temerários e corajosos, como barcos à vela que nos parecem bonitos ao longe, mas que nos deixam sempre na boca o sabor amargo de nunca os conseguirmos abarcar... Há corações missionários, despojados e enormes. Há corações que são paquetes de luxo, onde o requinte é a palavra-chave para baterem... Há corações que são como borboletas e voam de um lado para o outro sem parar, numa pressa ansiosa de viver tudo antes que a vida se acabe.
Há corações que são como elefantes do zoo, muito grandes, pacíficos e passivos que aceitam viver limitados pelos outros e que até tocam o sino se os tratarmos bem e lhes dermos mimos e corações aventureiros, sempre prontos para partir em difíceis expedições e se ultrapassarem a si mesmos. Há corações rebeldes e selvagens que não suportam laços nem correntes, corações que correm tão depressa como chitas e matam como leoas, e depois há corações gnus, que sabem que vão ser caçados mas não fogem ao seu destino...
Há corações que são como rosas, caprichosas e cheios de espinhos e outros que são campainhas, simplórios e carentes sempre a chamar por afecto. Há corações que são como girassóis, rodando as suas paixões ao sabor do brilho e da glória e corações como batata-doce, que só crescem e se alimentam se estiverem bem guardados e escondidos debaixo da terra.
Há corações que são como pianos, altivos e majestosos onde só tocam os que possuem a arte de bem seduzir. E corações como harpas, onde uma simples festa provoca uma sinfonia.
Há corações incondicionais que vivem tão maravilhados em descobrir a grandeza de outros corações que às vezes se esquecem de si próprios... Há corações estrategas, que batem ao ritmo de esquemas e planos, corações transgressores que vivem para amar clandestinamente e só sabem desejar o proibido e corações conservadores, que só se entregam quando tudo é de acordo com os seus padrões e valores.
Há corações a motor, que vivem só para o trabalho e corações poetas só se alimentam de sonhos e ilusões. Há corações teatrais, para quem a vida é uma comédia ou uma tragédia e corações cinéfilos que registam a beleza de cada momento em frames de paixão.
Há corações duros como aço, sem arritmias, onde nada risca e faz mossa e corações de plasticina que se moldam às formas dos corações que amam. Há corações de papel, bonitos e frágeis que se amachucam facilmente e desbotam à primeira lágrima, há corações de vidro que quando se estilhaçam nunca mais se recompõem e corações de porcelana que depois de se partirem ainda sabem colar os destroços e começar de novo.
Há corações orientais, espiritualizados e serenos e corações ocidentais hedonistas e ambiciosos, corações britânicos onde tudo é meticulosamente arrumado segundo costumes e convenções, latinos que batem ao som da paixão e da loucura.
Há corações de uma só porta que são como grandes casas de família e outros de duas portas, uma para a sociedade e outra para a intimidade. Há corações que são como conventos, silenciosos e enclausurados e outros que são como hotéis, onde se paga o amor sem amor, escandalosos e promíscuos. Há corações parasitas, que vivem do afecto dos outros sem nada dar e corações dadores que só são felizes na entrega.
Mas há ainda uma ou outra espécie de corações, os corações hospedeiros que sabem receber e fazem sentir os outros corações como se estivessem em casa, que dão e aceitam amor sem se fixarem, que tratam cada passageiro como se fosse o último, enquanto procuram o coração gémeo, sempre na esperança, secreta e nunca perdida de um dia deixarem de viajar e sossegarem para a vida.»
                                                                                                                                                     
O teu coração é uma mistura de tudo isto ao mesmo tempo. A cada dia mostras-me um diferente, um mais complexo. Gosto de ti por isso. Gosto de ti até por complicares tudo aquilo que é tão fácil. Gosto de ti porque és tu. Gosto de ti porque…sim.

25 de fev. de 2011

Pontes entre nós.

«E deixava a vida fluir, esquecia-me dos teus defeitos e tu dos meus e com o tempo aprenderíamos a viver um com o outro sem nos cansarmos, sem nos magoarmos, sem sombras nem equívocos.
Se eu pudesse, levava-te agora para casa, sentávamo-nos à lareira a conversar e explicava-te porque é que um dia reparei que existias e sem querer me esqueci do meu coração entre os teus dedos.
Se eu pudesse...mas não posso, porque ninguém caminha sozinho, uma ponte só se constrói se as duas margens deixarem e o rio só corre se a corrente o empurrar. E eu não sou mais que uma gota de água nesse rio parado, uma peça perdida de uma ponte desmantelada, um mapa riscado que se esqueceu de todos os caminhos, uma folha em branco que perdeu a caneta, um estandarte sem bandeira, uma voz sem som, uma mão sem a outra. Falta-me a tua voz, o teu desejo, o teu querer, o teu poder. Falta-me uma parte de mim que te dei e que agora já não podes devolver.
Um dia havemos de nos entender.»

Lembras-te de “Eu e tu, perdidos e sós, amantes distantes, que nunca caiam as pontes entre nós”? Lembro-me do sorriso que me deixaste estampado no rosto, lembro-me das recordações todas que me passaram pela cabeça e lembro-me que aquilo que nos unia era forte, forte demais para algum dia cair. Gosto mesmo muito de ti ♥

15 de fev. de 2011

Não desistas de mim.

 
«(...)Eu sei que houve um tempo em que tu e eu fomos dois pássaros loucos. Voamos pelas ruas que fizemos céu. Somos a pele um do outro. Não desistas de mim. Não te percas agora. Não desistas de mim. A noite ainda demora.(...)»

Era impossível teres feito algo mais bonito do que isto, impossível.
Há pessoas que entram na nossa vida para nunca mais saírem e também dizem que, quando uma pessoa entra na nossa vida, ou é para nos fazer bem ou é para nos fazer mal. Não sei que espécie de encargo tens tu na minha, mas adoro conhecer cada pormenor da ti e decorar os teus traços, a cada dia que passa. 

10 de fev. de 2011

#5 LETTER TO YOUR DREAMS

Queridos sonhos,
Quando era mais pequena, tudo em ti girava à volta de brinquedos, fadas, princesas, castelos e dragões. As coisas mudaram muito, não é verdade?
Sinto que, às vezes, vais mais além daquilo que podes. Sabes disso?
Nestes últimos tempos, tenho pensado muitas vezes no passado. Penso como estariam hoje as coisas se as formas de agir fossem diferentes.
Gostava que estivesses ao meu lado. Gostava que adormecêssemos juntos. Gostava que me apertasses a mão com muita força. Gostava que me beijasses a face. Gostava que me dissesses ao ouvido que não vais embora. Gostava que me deixasses chorar no teu ombro. Gostava que me abraçasses e dissesses que tudo irá correr bem. Gostava que me ligasses todas as noites. Gostava que a primeira e a última mensagem fosse tua, todos os dias. Gostava de te sentir meu. Gostava de me sentir tua. Gostava de não ter medo que quando fosses embora, não voltasses. Gostava que me fizesses rir, dia após dia. Acima de tudo, gostava que tudo fosse mais fácil.
És o meu sonho, o maior de todos. Queres torná-lo real?

«Todos nós temos as nossas máquinhas do tempo. Algumas nos levam de volta, elas são chamadas recordações. Algumas nos levam adiante, elas são chamadas sonhos.»

6 de fev. de 2011

#2 LETTER TO YOUR CRUSH


Tiago,
Antes de mais, desculpa pelas inseguranças, imaturidades e impulsos. Principalmente, pelas palavras mal escolhidas, pelas coisas ditas de cabeça quente e pelas vezes em que não te quis ouvir.
Tu conheces-me. Conheces o modo como coro quando me perguntam por ti, conheces as minhas imperfeições, as minhas lamechices, conheces quando preciso que me telefones, conheces quando preciso de ti. Conheces a minha enorme capacidade de entrega, conheces o que significam os meus gestos e os meus sorrisos.
Chegou a um ponto em que discutíamos, discutíamos e voltávamos a discutir. Houve vezes em que pensei que isso nos tornava mais fortes. Hoje… não sei.
Às vezes penso como seriam as coisas se tivessem sido de outra forma… Espero que entendas que nunca agi com intenção de te magoar.
Gostava que, um dia, todos percebessem que afinal temos uma história. Mas… há coisas que seremos sempre os únicos a entender.
Adoro perder-me na ingenuidade aparente desses teus olhos azuis.
Tens um sorriso que eu nunca vi igual. Se tu sorris, eu sorrio.
Amo-te…sabes como? De coração cheio.

«I finally understood what true love meant… love meant that you care for another person’s happiness more than your own, no matter how painful the choices you face might be.»